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O Brand Journalism veio para ficar

A convergência entre os diferentes meios de comunicação é cada dia maior, graças à Internet e às novas tecnologias. O panorama está a modificar-se. O Marketing Digital veio dar voz às marcas, que optaram por criar os seus próprios meios de comunicação, através de blogs, redes sociais e em todas as práticas associadas ao Content Marketing. A Hubspot publicou um texto dedicado ao Brand Journalism que começa com: “Agora, todos fazemos parte do negócio dos meios!”. Atualmente as empresas vencedoras apostam em estratégias de conteúdos construídas com base em mensagens chave destinadas a criar um conceito da marca. Todos querem aliciarLer +

Links no Instagram: porque são uma decisão determinante?

Há já vários meses que sabemos que o Instagram quer ganhar terreno ao SnapChat. A rede social que ficou conhecida pelos seus filtros de vídeo e as suas propriedades singulares está a triunfar entre o público adolescente. O Instagram não fez mais do que copiar algumas das suas características, sem qualquer pudor. Este verão descobrimos as Stories, que são na sua essência, uma cópia da proposta do SnapChat: vídeos que desaparecem ao fim de algum tempo, editáveis e com filtros. Faz parte da estratégia global do Facebook contribuir com mais conteúdos de vídeo e estar a par das novas tendências. Links nos comentários UmaLer +

Como revitalizar o tráfego web com conteúdo antigo

Se é um apaixonado do Marketing Digital, conhecerá a velha máxima do “Content is King”. Se o conteúdo é o rei e senhor de toda a estratégia de marketing nos Novos Meios, quem sabe, a resposta não seja ficar obcecado por criar um novo e fascinante conteúdo. Além disso, outros dos grandes temas da comunicação do século XXI, é a difícil situação em que ficaram os meios tradicionais, sobretudo os escritos, desde a popularização da Internet e das Redes Sociais. O Jornalismo sempre atento a novas fórmulas Há pouco falámos dos algoritmos de predição na busca das notícias mais quentes, assimLer +

Adeus Vine: quais são os motivos do encerramento?

Há já quatro anos (em junho de 2012), Dom Hofmann, Rus Yusupov e Collin Kroll fundaram o Vine. Uma aplicação que viria a permitir aos utilizadores fazer o upload de vídeos de 6 segundos, que se reproduzem em loop, À sua plataforma com alma de rede social. Apenas quatro meses depois, o Twitter viu o seu potencial e associou-se a ela. Em maio de 2016, Huffington Post publicava que o Vine tinha 200 milhões de utilizadores mensais e que a ser um país, seria o décimo mais povoado do mundo. A aplicação conseguiria um êxito baseado, sobretudo, nas possibilidades humorísticas queLer +