A reputação empresarial está nos motores de busca e nas redes sociais

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Cada vez que um diretor tecla o nome da sua marca ou da sua empresa num motor de busca produz-se, de forma sistemática, a mesma situação. Muitos surpreendem-se ao constatar que uma das primeiras opções da lista de respostas seja uma amarga controvérsia sobre os infortúnios da sua marca ou dos seus serviços. E, para alguns, é motivo de alarme o facto de esta entrada estar posicionada antes da própria web corporativa. Mas na maioria das vezes pensam que “alguém irá ocupar-se deste tema” e só aqueles poucos que sabem que “ninguém está ocupado com este tema” questionam com angústia o que poderá ser feito.

Com milhares e milhares de pessoas conectadas de forma permanente à Internet, conversando, classificando, queixando-se, opinando e partilhando os seus particulares pontos de vista sobre as marcas, as empresas e os seus serviços, é óbvio, mas absolutamente necessário, destacar o fato de que a reputação das empresas está hoje em dia na web e que devemos enfatizar ao máximo a evidência de que os motores de busca já não são unicamente localizadores de informação, mas que se converteram em autênticos motores de busca de reputação. Ver +


A ténue linha entre a personalização e a intromissão

Nas suas estratégias de marketing, as empresas aspiram à personalização perfeita, uma forma de conseguir fazer chegar o anúncio certo à pessoa certa. Exemplos como as personalizações do Google que se baseiam no nosso historial até outros mais ou menos acertados de personalização extrema, a verdade é que este tema é um tópico real que tem vindo a ser considerado em todos os processos de venda via web. Mas nem tudo o que brilha é ouro, há casos em que uma personalização pouco preparada leva-nos a situações que preferiríamos não ter tido conhecimento.

Um estudo revela que, na Grã-Bretanha, quase metade dos internautas não apreciam este tipo de publicidade orientada, esta abordagem que se baseia na informação pública dos perfis sociais. Quase metade é uma fatia bastante considerável, demasiado elevada para sustentar uma forma de fazer publicidade que pode despertar sentimentos negativos face às marcas que protagonizam os anúncios. Ver +


Funcionários ou Embaixadores online da marca?

E se todos os funcionários de uma empresa fossem responsáveis pela criação e gestão dos conteúdos online da marca? Estranho? Na IBM é assim.

A 2ª melhor marca do mundo, de acordo com o ranking anual da Interbrand, não alcança este lugar por acaso. Na IBM a imagem institucional da companhia é construída em primeiro lugar pelos seus funcionários - os IBMers – e por isso a presença da marca online reflecte essencialmente a vivência diária de todos os que lá trabalham.  Não existe um blog corporativo na IBM, nem um perfil oficial de Twitter ou Facebook,  o que há são cerca de 17.000 blogues internos (seguidos por mais de 100.000 funcionários), 53.000 perfis no SocialBlue (rede social interna) e milhares de contas pessoais no Twitter, Facebook e Linked in com centenas de grupos relacionados com o tema IBM.

Uma dor de cabeça para o Community Manager da empresa, ou para os responsáveis pelo departamento de Comunicação?  Não, se a empresa em causa for a IBM e se os seus funcionários forem tratados como profissionais responsáveis pelas suas opiniões, pertencentes a uma comunidade tão grande mas tão próxima que se auto-regula por si só.

Ainda assim, e porque esta comunidade é tão vasta e se espalha por mais de 170 países, a IBM disponibiliza online um documento criado pelos próprios funcionários que serve de orientação para todos os utilizadores de Social Media. Intitulado IBM Social Computing Guidelines, o texto descreve as linhas orientadoras da política de criação de conteúdos digitais da IBM e estabelece os limites ao mesmo tempo que incentiva os colaboradores a participar. A meu ver, um óptimo exemplo a adoptar por todas as empresas que queiram potenciar a presença da sua marca nos Social Media.

Sejam eles canais de video, blogues, redes sociais ou outros, os seus funcionários fazem ou vão fazer, mais tarde ou mais cedo, parte deste universo, por isso mais vale antecipar-se, tomar a iniciativa e perguntar: What are you working on?


Tinkle lança livro sobre Comunicação Digital

Novembro marca o lançamento da nossa primeira publicação sobre comunicação digital. A obra ”Sentido Social – a comunicação e o senso comum na era da Internet Social” partilha o know-how adquirido na gestão da comunicação digital dos vários clientes da empresa, elucidando para as melhores práticas de promoção da presença online.

Editado pela Plátano Editora e escrito pelos profissionais da Tinkle, o novo livro é um manual com reflexões dos autores sobre a comunicação digital, associadas aos diferentes casos reais enfrentados. A autoria da obra deve-se a Javier Curtichs, (Conselheiro Delegado da Tinkle), Sandra Antunes (Directora Geral da Tinkle Portugal), António Toca (Experto em Social Media e Content Curator) e conta com a importante colaboração de Miguel Lambertini, (Director de Social Media Tinkle Portugal) e Bruno Beaumont (Community Manager Tinkle Portugal). O livro inclui ainda um prefácio de Filipe Carrera, especialista em marketing digital, professor universitário e autor de livros sobre esta temática (‘Marketing Digital’ e ‘Networking’).

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Prova: Oral radio


A socialização das pesquisas e como influenciará os SEO

Social Searh ranks

O cenário actual dos motores de pesquisa, das páginas de resultados e da ordem pela qual aparecem os dados pode mudar radicalmente em pouco tempo. Isto é, onde antes o SEO tinha em conta variáveis mais ou menos definidas no tempo (os KPIs) para definir estratégias de posicionamento, sempre em busca do Santo Graal da primeira posição (o que no momento da verdade é estendido ao compromisso entre o esforço e o investimento que, em muitos casos, dá como válida uma terceira posição na primeira página de resultados), vai agora evoluir para um conceito mais complexo, mas mais social.

A socialização de pesquisas já se encontra a funcionar. O nosso perfil no Google permite a ligação com diversas plataformas de redes sociais: as nossas contas de Twitter, Facebook, Flickr… Ou seja, podemos influenciar o nosso gráfico social para mostrar os conteúdos que partilhamos, nas páginas de resultados das pesquisas. Que impacto isto tem? A priori, implicações sensacionais e com oportunidades muito interessantes: consideremos a nossa capacidade de influência aquando da escalada para posições mais altas no motor de pesquisa.

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