Não cometa estes erros na sua estratégia online de conteúdos

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Estratégia de conteúdos não é apenas pensar e definir o conteúdo de acordo com o alvo, nem colocar em andamento todos os mecanismos para cumprir prazos e outros objetivos. A estratégia deve servir para alcançar algo, que costuma ser vender. E vender significa que as pessoas saibam quem é, porque devem confiar em si, e como lhe pode solucionar os problemas, ou qual o produto que estão interessados em comprar.

Pode ter a melhor estratégia no papel, os melhores recursos disponíveis, mas se fizer qualquer um destes erros colossais que detalhamos a seguir, o melhor que pode fazer é apagar e fazer uma nova conta. Antes de começarmos a examinar estes erros de marketing, temos que ter em conta que é fundamental ter empatia por aqueles que estamos a abordar.

Erro #1: utilizar excesso de gíria

 
Este é um erro colossal que me deixa muito feliz, porque é algo que persigo sempre que posso. Usar um excesso de gíria é algo que afasta o cliente, porque soa ridículo, e porque ao cliente não interessa se nós o introduzimos no mundo da terminologia, mas sim saber porque é que deve comprar a nós ao invés de a um dos nossos 250 concorrentes. A verdade é que o uso de exagerado de “gíria” ou palavras da moda, sempre me pareceu uma maneira de não parar de repetir “olha para mim, eu sou de marketing.” Pense modestamente e aceite que falamos para os clientes, não para parceiros.

Erro #2: falta de modéstia, ou converter-se num “eu sei mais”

 
Afirmar que sabe tudo sobre um tema e desafiar outros a encontrarem erros ou falhas no seu raciocínio é a receita perfeita para conseguir que se afastem de si e dos seus produtos. Deve ser pela minha carreira profissional neste sector, mas recordo que as primeiras lições que aprendi quando escrevia em blogs profissionais há mais de sete anos, era que sempre havia alguém, lá fora, que sabia mais sobre o assunto em que sou “expert”. Ter isto presente ajudou-me a focar melhor os meus conteúdos, e a experiência só veio demostrar que, efetivamente, é verdade.

Se não queremos ser mais uma das caricatas pessoas comentadas na rede, devemos pensar que não sabemos mais do que os outros sobre qualquer tema, inclusive se o criámos do nada! Sempre, sempre, haverá pessoas que contribuem, que melhoram o produto, e que têm opiniões que nos permitem melhorar. Se ainda tiver dúvidas, pergunte-se porque é que no mundo do espetáculo se chama “ respeitável” ao público.

Erro #3: não dar provas do que fala

 
Falar por falar não é o que procuram a maior parte dos seus clientes. Se assim fosse, certamente não haveria interesse porque não saíamos do mesmo. Dar um argumento, uma opinião, e não poder provar com o apoio de dados ou de outras opiniões “com autoridade” é como dizer nada. Não terá nem credibilidade, nem suporte. Se é a máxima autoridade numa matéria:

1.- Poderá provar tudo o que diz,
2.- Quererá fazê-lo, porque isso diferencia a verdadeira “autoridade” de qualquer aspirante sem demasiados recursos.

Procure falar sempre de temas que domine, mas apenas dos quais que tenha provas. E ainda mais importante, utilize essas provas, forneça documentos ou conteúdos adicionais que reforcem as suas teses.

Via | Search Engine Journal
Foto | whatleydude

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