Como revitalizar o tráfego web com conteúdo antigo

Nuevo tráfico a través de contenido archivado

Se é um apaixonado do Marketing Digital, conhecerá a velha máxima do “Content is King”. Se o conteúdo é o rei e senhor de toda a estratégia de marketing nos Novos Meios, quem sabe, a resposta não seja ficar obcecado por criar um novo e fascinante conteúdo.

Além disso, outros dos grandes temas da comunicação do século XXI, é a difícil situação em que ficaram os meios tradicionais, sobretudo os escritos, desde a popularização da Internet e das Redes Sociais.

O Jornalismo sempre atento a novas fórmulas

Há pouco falámos dos algoritmos de predição na busca das notícias mais quentes, assim como a reinvenção de velhas ferramentas como as newsletters. Está tudo no arsenal do jornalismo, para não ficar para trás nesta corrida pela atenção dos consumidores, cada vez mais saturados de informação.

Há algum tempo, os grandes jornais têm tido conhecimento que uma das possíveis fontes de tráfico para os seus sites, é o conteúdo arquivado ou o conteúdo antigo. Uma perspetiva diferente para aproveitar o que já continham em carteira. O The New York Times fez análises em 2014 e descobriu esta via pouco utilizada: anos de conteúdos de grande qualidade armazenados, a apanhar pó.

Novo tráfico para o conteúdo antigo

Os grandes resultados obtidos estão refletidos num artigo de Digiday, onde comentam os bons frutos que alguns meios estão a conseguir com esta tática: o The Atlantic consegue um quarto do seu tráfico através de conteúdo antigo; a Refinery29, uma publicação de ‘lifestyle’ consegue à volta de 35% dos seus visitantes com este “reciclar” de conteúdo.

Quais são as fórmulas para conseguir revitalizar o tráfico com estes conteúdos?

  • Em primeiro lugar, republicar estes conteúdos com ligeiras mudanças, como por exemplo, mudar o título do artigo.
  • Através das Redes Sociais, tentar alcançar os subscritores interessados, com conteúdo promovido no Facebook.
  • Conteúdo indicado para anunciantes que procurem conteúdo de alta qualidade.

No relatório de inovação do The New York Times de 2014, o jornal colocou à prova uma nova secção chamada “smarter living” (algo como estilo de vida inteligente). O que no início se utilizou como um arquivo de conteúdo, agora oferece também conteúdo novo e entrou nos planos para estratégias futuras. A razão? A atualização dá resultado.

Que fórmulas considera viáveis para a reutilização do conteúdo arquivado?

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